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DEUS EXISTE?


Albert Einstein

          Albert Einstein (1879 - 1955), era um físico teórico alemão, que desenvolveu a teoria da relatividade, um importante sustentáculo da física moderna, e da física quântica.  Einstein, além de cientista, era também um filósofo judeu que acreditava em Deus.


          Vou contar uma estória, extraída de um vídeo que circulou algum tempo, pelas redes sociais.  Trata-se de um diálogo supostamente mantido entre Einstein (ainda jovei), e um professor universitário da cidade de Berlim. Vamos à estória.

          ... Na Alemanha, por volta do início do Século XX, um velho professor desafiou seus alunos com esta pergunta:  -" Deus criou tudo o que existe?" Um aluno respondeu:
-  Sim, Ele criou.
-  Deus criou tudo?  (perguntou novamente o professor).

- Sim senhor, respondeu o jovem.  (Mas o professor o contestou respondendo):
-  Se Deus criou tudo, então Deus também criou o mal?  Pois o mal existe, e partindo do princípio de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?
O aluno ficou calado diante dessa resposta do professor, que ficou feliz, e se regozijava de ter provado que a fé era um mito.  Nisso, outro estudante levantou a mão e disse:

-  Posso fazer uma pergunta, professor?
-  Sim, lógico, respondeu o professor.  O jovem ficou de pé, e perguntou:
-  Professor, o frio existe?
-  Que pergunta é essa?  Claro que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

Mas o aluno respondeu:
-  De fato, senhor, o frio não existe.  Segundo as leis da física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor.  Todo corpo é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo transmita energia.  O zero é a ausência total e absoluta do calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe.  Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.

- Outra pergunta: existe a escuridão?  (Perguntou o estudante):

-  Existe. (Respondeu o professor, mas o estudante continuou contestando):
-  Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe.  A escuridão na realidade é a ausência de luz.  A luz pode-se estudar, a escuridão não!  Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.  Mas a escuridão não!  Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.  Como pode saber quão escuro está um espaço determinado?

Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?  Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.  (Finalmente, o jovem pergunta ao professor):
- Senhor, o mal existe?  (O professor respondeu):

- Claro que sim, lógico que existe, como eu disse desde o começo:  vemos estupros, crimes e violência no mundo todo;  essas coisas são do mal.  (E o jovem estudante respondeu):

- O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo.  O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores; o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.  Deus não criou o mal.  Não é como a fé ou como o amor, que existem o calor e a luz.  O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.  É como acontece com o frio, quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Conclusão:

          O jovem estudante foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado...  Imediatamente o Diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era o seu nome.  O jovem respondeu: ALBERT EINSTEIN.

Uma frase de Albert Einstein:

"A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando dogmas e a teologia".


NÓS ACREDITAMOS EM DEUS


IN GOD WE TRUST

          IN GOD WE TRUST - Essas palavras, em Inglês, estão estampadas no "Dolar", moeda americana, e significam:"Em Deus nós confiamos".  Trata-se de uma crença que ficou arraigada desde há muito, na mente dos americanos.  Em meus tempos de garoto, eu gostava muito de ir ao cinema, para assistir filmes de faroeste (Far West), e nesses filmes, era comum cenas que expressavam um espírito religioso por parte de certos personagens, conforme o enredo do filme.


          Antes das refeições (no filme), as famílias sempre faziam uma oração de agradecimento a Deus, pela graça do seu alimento.  Claro que nos filmes era tudo ficção, porém baseada nos costumes daquele tempo, da "Conquista do Oeste".  Depois, com o passar do tempo, o "Velho Oeste" finalmente foi conquistado, e se transformou numa paisagem metropolitana que hoje conhecemos.  Agora, em uma análise muito superficial, acredito que o extraordinário progresso alcançado pelos E.U.a. desde aqueles tempos épicos, foi devido a três fatores principais:

1)  Primeiro, pela imigração estrangeira: milhares de pessoas, ávidas por uma aventura promissora em um "Novo Mundo", vinham de países como França, Alemanha, Inglaterra e vários outros;  a América do Norte era um sonho para eles.

2)  Depois, pela religiosidade que sempre esteve presente na América, trazida pelos povos desses países (religiosidade cristã);

3)  E por último, pela própria Constituição americana (única através dos tempos até hoje), que declara esse país livre para todos, livre para se estabelecer, trabalhar e viver com todos os direitos de igualdade.  Eu não conheço os detalhes dessa Constituição americana, mas já li algo a respeito, principalmente no tocante a essa liberdade.

          Nós acreditamos em Deus!  Essa crença se espalhou pela Europa desde o Evangelho (boa nova), demonstrado e ensinado por Jesus Cristo.  Podemos observar, que em todos os paises da Europa, existem Igrejas, Catedrais suntuosas, comprovando essa poderosa fé cristã, praticada por aqueles que emigraram da Europa e a levaram consigo para a América.

          Nós acreditamos em Deus!  Mas por que ainda existem pessoas que não acreditam?  Talvez seja porque não tiveram uma formação religiosa, ou talvez porque façam uma ideia errônea do que seja Deus.  Nas escrituras (Bíblia), existe uma "passagem" que conta o seguinte: quando Moisés (personagem histórico), subiu ao monte Horebe para fazer sua oração, ele teve uma espécie de "iluminação intuitiva" da presença de Deus:  então ele perguntou:

          - Quem és tu?  E Deus lhe respondeu (intuitivamente): - "Eu sou aquele que sou";;;  Ou seja, Deus simplesmente é... Deus não é um homem de forma física, ou uma edição aumentada do homem, não é um velhinho de barbas brancas que mora lá no céu, num lugar distante... Não.  Deus é espírito.  Nunca foi visto por ninguém, por não ter forma física.

          Deus simplesmente é.  Ele é o espírito do bem de tudo que existe, Ele é o espírito do amor.  Os advogados modernos, quando precisam interpretar o texto de uma lei, a qual não foi redigida com clareza, esses advogados a interpretam dizendo assim: "o espírito da lei", nos diz que... e concluem a sua oratória.  Ou seja, o espírito é aquilo que é, que está inserido na lei, mas que às vezes não está visível, ou suficientemente claro!  Assim é a existência de Deus.  Ele está inserido em nós, na natureza à nossa volta, nos bons sentimentos e no coração das pessoas de boa vontade, e sem dúvida nenhuma, responde às nossas preces.

          Mas, a pergunta crucial ainda pode persistir:  - "por que devo acreditar em Deus?"  Sem aprofundar em questões religiosas ou teológicas, basta examinar a história.  Examinemos o passado, onde sempre existiram pessoas cultas, iluminadas, imperadores que mandaram construir majestosas Catedrais, tudo pela fé em Deus, embasada nas escrituras;  voltemo-nos aos nossos próprios antepassados, que certamente professavam uma fé religiosa e conheciam as sagradas escrituras... Com base nesses fatos, não somos nós que vamos duvidar, não é mesmo?

          É fácil compreender a natureza de Deus?  Não, não é fácil, e obter a sua ajuda é muito mais difícil ainda; é preciso uma profunda dedicação.  É preciso ter fé, é preciso um diálogo com Deus através da prece.  É preciso começar de algum lugar, ou de algum modo.  É preciso acreditar em Deus!  É preciso praticar um pensamento:  Eu acredito em Deus!
Em Deus nós confiamos

    

FESTAS JUNINAS


São João

          As festas Juninas, que todos conhecem, subentende-se que acontecem no mês de Junho, homenageando os santos: Santo Antônio (12/Junho), São Pedro (29/Junho) e São João (24/Junho).  Mas, na prática, hoje em dia deixa-se os santos de lado, e tais Festas "Juninas" acontecem também nos meses de Julho e Agosto.  Pelo menos é assim aqui no Estado do Rio de Janeiro, onde atualmente resido.

          No entanto, eu quero relembrar com seriedade algumas dessas festas que já tive o prazer de participar nos bons tempos das verdadeiras manifestações Juninas no meu Estado de Minas Gerais.  Para começar, uma boa festa era anunciada com um foguetório.  Quanto maior o foguetório, mais importante era a festa.  O foguete ou rojão, servia também de aviso.  Era por meio de rojões que os moradores de um bairro mais longínquo tomavam conhecimento de que havia festa.  Além dos rojões, havia também a tradicional fogueira e a queima de fogos de artifício.

          E aquelas comidas típicas?  Em toda Festa Junina era mister essa tradição.  Podemos citar por exemplo: arroz doce, pamonha, curau, milho verde cozido, batata doce assada na fogueira, quentão com gengibre, enfim, muitas outras variedades.  Havia também brincadeiras típicas, como por exemplo:

  • O Casamento Caipira, onde uma encenação alegre sugeria que o noivo era obrigado a se casar com a noiva;
  • A corrida do Saco, onde os participantes entravam dentro de um saco, de pé, e iniciavam uma corrida.  O vencedor, ganhava um prêmio;
  • O Jogo do rabo do Burro; desenhava-se um burro sem rabo em um pedaço de madeira.  O participante, de olhos vendados, deveria colocar o rabo do burro (artesanal) no lugar certo, ou não ganhava a prenda prometida.
  • O Pau de Sebo; essa brincadeira consistia em colocar um tronco de árvore bem comprido, fincado no chão.  O tronco era préviamente preparado com cera ou sebo de boi, para ficar escorregadio.  No topo do pau de sebo, colocava-se uma certa quantia em dinheiro.  Quem conseguisse subir no pau de sebo até o topo, poderia ficar com o tinheiro. Não era fácil subir naquele tronco escorregadio, propositadamente preparado.
          Havia outras brincadeiras, de acordo com a criatividade dos organizadores da festa.  A decoração era feita com bandeirolas e balões, mas o ponto alto da festa era a dança da Quadrilha.  Vou descrever, em resumo, como funciona uma dança de Quadrilha nas Festas Juninas.  É mais ou menos assim:

          ...Antes de começar a dança, forma-se uma fileira de damas e outra fileira de cavalheiros.  Cada cavalheiro de frente para sua dama (ou parceira).  Alguém, em voz alta comanda a dança da Quadrilha.  De acordo com o comando os participantes fazem a sua coreografia.  BALANCÊ, é o primeiro comando, que se repete a cada mudança de ordem;

BALANCÊ - inicia-se a dança ao ritmo da música, mas sem sair do lugar.
CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS - os cavalheiros caminham até as damas, sempre balançando o corpo, e fazem uma mesura (cumprimento) à sua parceira.
O GRANDE PASSEIO - cada cavalheiro dá a mão à sua parceira e formam um grande círculo, sempre dançando ao ritmo da música.
TROCAR DE DAMA - esse comando vai sendo repetido até que todos os cavalheiros retornem à sua parceira correta.

CAMINHO DA ROÇA - damas e cavalheiros dançam formando uma fila; cada dama na frente do seu parceiro.
OLHA A COBRA - damas e cavalheiros voltam-se em sentido contrário, como que fugindo do perigo.
É MENTIRA - damas e cavalheiros voltam-se à posição normal.

          E assim se desenvolve a dança da quadrilha.  Existem vários outros comandos e coreografias, mas este curtíssimo exemplo é apenas para dar uma noção desse rico folclore.
Antonio, Pedro, João

CURIOSIDADE;

          Santo Antônio é considerado como o santo casamenteiro.  Não se sabe exatamente porque, mas reza uma lenda, que havia uma moça muito bonita, que tinha perdido as esperanças de arranjar um marido.  Assim, ela apegou-se em sua fé pelo Santo Antônio.  Adquiriu uma imagem do santo e colocou-a em um pequeno oratório.  Todos os dias ela oferecia suas orações ao Santo Antônio pedindo que lhe trouxesse um marido.

          Mas, passaram-se semanas, meses, e nada do noivo aparecer.  Então, tomada de raiva pela ingratidão do santo, ela atira a imagem pela janela.  Neste exato momento, passava um jovem cavalheiro que é atingido pela imagem do santo.  Ele apanha a imagem e vai devolve-la à jovem que se apaixona por ele e atribui a sua chegada à fé pelo Santo casamenteiro.

          A partir daí, as moças solteiras que queriam se casar, começaram a fazer suas orações pedindo ajuda ao Santo Antônio, e cultuando a sua imagem.  Entre as simpatias mais populares, acredita-se que as jovens casadouras devem tirar o Menino Jesus do colo do santo, e só devolve-lo quando conseguir encontrar o seu amor.  Ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo.

Simpatia para saber o nome do seu futuro marido:

No dia de Santo Antônio, em uma festa junina, coloque água na boca e comece a rodar em volta da fogueira.  O primeiro nome que você ouvir chamando ou gritando, será o nome do seu futuro marido.

SANTO ANTÔNIO, ROGAI POR NÓS.

"Deves dar a esmola ao pobre não só com a mão, mas com o afeto do coração, para que a avareza não fique a chorar a esmola"  (está na Bíblia).


A V A T A R


Divindade

          "Avatar", é um nome sugestivo.  Remete-nos talvez ao título de um filme americano, de ficção científica, distribuído pela 20 th Century Fox.  O filme é baseado em lutas planetárias em Pandora, onde colonizadores humanos entram em guerra com humanoides, visando os recursos naturais para a continuação da espécie humana nesse Planeta.


          O título do filme "Avatar", refere-se aos tipos de semi-humanos criados pelos cientistas através de uma engenharia genética para se comunicar com os habitantes nativos de Pandora.  É mais ou menos isso que trata o filme.  Mas, o que se pretende neste momento, é falar sobre outro conceito de Avatar, objeto do nosso tema.

          O significado místico ou Esotérico de "Avatar", não obstante, tem alguma relação embora distante, com o argumento utilizado para o filme.  Na religião hindu, Avatar significa um ser supremo, uma divindade de alguém que já passou por muitas encarnações aqui na terra, e assim sendo, atingiu a iluminação;  uma divindade chamada Krishna.

          Esse Krishna, pode parecer meio estranho, mas ele tem seus fundamentos, sua estória, sua doutrina, que só os iniciados no hinduismo podem entender e explicar.  O que a filosofia Esotérica ensina, é que a vinda de Avatares na terra tem uma história que remonta há milhares de anos.  Podemos citar por exemplo, Buda, Krishna, Cristo, entre tantos outros.

          Mais objetivamente, sabe-se que:  de tempos em tempos, em cada Era específica, uma divindade (espírito de Luz), desce à terra, para uma manifestação corporal em um ser humano.  Por que?  Para disseminar ensinamentos de sabedoria, e assim, iluminar ou salvar uma parte da humanidade das trevas (ignorância) em que vivem.

          Esses Avatares vêm, cumprem sua missão e retornam para o seu mundo (cósmico) de origem.  Assim aconteceu com Sidarta Gautama (Buda), Jesus (Cristo), Francisco Xavier (Doutrina Espírita) e outros. Os ensinamentos ou sabedoria transmitidos por esses verdadeiros Avatares, estão sendo praticados até hoje. Note-se  que este assunto está sendo tratado em linhas gerais, isto é, de forma sintética, apenas para dar uma noção cognitiva do significado avatárico.

          Muitos outros Avatares existiram, disseminaram sua doutrina ou ensinamentos, e se foram.  Atualmente, não temos nenhum Avatar, porque temos o privilégio de poder usufruir a sabedoria daqueles Mestres antigos, e praticar a doutrina ou ensinamentos legados por eles.

          É bem verdade que, esses Grandes Mestres espirituais, ou Avatares, conforme estamos tratando, sempre surgiram em determinadas épocas, e vale confirmar que já se passou um período de tempo razoável, e portanto, se justificaria a vinda de uma nova manifestação avatárica para estes nossos tempos modernos, em que já está em curso, uma anunciada "Nova Era".

          Pois bem, cumpre ratificar, que realmente essa manifestação acontecerá.  Aqueles que se dedicam ao Esoterismo, à Astrologia, estão seguros de que a tão esperada Nova Era, entrará em sua plena exuberância, após uma transformação drástica, cuja clareza ainda não foi revelada; uma terceira guerra, talvez.

          Quero acreditar, que essa Nova Era, conforme já foi vaticinada até mesmo pela Bíblia (de forma codificada), e por outros estudiosos do assunto, será uma Era de Luz, da expansão da consciência humana, e portanto, benéfica para todos.  Mas como se dará essa maravilha?  Não sabemos ao certo, mas poderá ser por exemplo, através de uma manifestação avatárica em massa dos seres extraterrestres, por que não?

          Se isto acontecer de fato, teremos que repensar e revolucionar profusamente nossas crenças a respeito de tudo o que hoje conhecemos ou acreditamos.  Parece utópico?  Surreal?  Talvez, mas não podemos descartar essa probabilidade, por mais espantoso e extraordinário que possa parecer.  Sinais dessa verossimilidade já são visíveis esporadicamente.  Ou não?  Alguém contesta? "Estejamos prontos, pois".  Algo deverá acontecer nos próximos anos (agora, estamos apenas em 2018).
Sidarta Gautama


O CÉU EXISTE


Dr Eben Alexander

          Eben Alexander, é um médico neurocirurgião americano, com experiência há mais de 25 anos, e trabalha no Brigham & Women's Hospital e na Harward Medical School, em Boston. Ao longo de sua carreira publicou mais de 150 artigos e participou de mais de 200 congressos do seu ramo.


          A estória que ora vou contar (fruto de uma pesquisa), é real;  é sobre fatos relatados pelo próprio Dr. Eben Alexander.  E ao final, poder-se-á assistir dois vídeos desse médico, sobre a sua experiência vivida no momento da sua quase morte, neste nosso plano físico, e da sua viagem astral ao mundo espiritual.  É bastante edificante a sua estória.  Em resumo, ele conta o seguinte:

          ... Tudo começou quando ele (Dr. Eben), foi acometido de uma terrivel dor de cabeça, em 2008.  Ele estava em sua casa.  Não suportando a dor, foi levado ao hospital.  Lá, ele foi diagnosticado com um surto de meningite bacteriana, algo muito raro, pois isso costuma atingir apenas recém nascidos.

          A dor que ele sentia era proveniente da bactéria no cérebro e do seu córtex sendo desligado.  Os médicos do hospital disseram ue ele tinha poucas chances de sobrevivência, que fosse além do seu estado vegetativo.  Uma semana depois, os médicos já discutiam se continuavam ou interrompiam o tratamento.

          Porém, nesse exato momento, o paciente Dr. Eben abre os olhos.  Totalmente consciente e com uma certeza em mente:  ele passara os últimos dias no Paraiso (ou no céu, conforme costuma-se dizer).  A descrição desse paciente (médico cirurgião) é tão rica em detalhes, que realmente leva a crer que ele não está inventando nada.

          Ele conta por exemplo, que o lugar para onde ele foi, enquanto estava inconsciente neste plano físico, era um lugar muito bonito, cheio de cores, e tudo em volta tinha um aspecto avassalador e super fulgurante, nítido, cheio de borboletas que voavam em volta dele e de uma mulher que o olhava com um olhar arrebatador, mas não era de amizade, sedução ou amor;  era algo muito além.

          Sem falar nada, ela disse para ele (telepaticamente):

- "Você é amado para sempre".
- "Você não tem nada a temer".
- "Iremos mostrar muita coisa pra você aqui.  Mas, eventualmente você vai voltar".

          Tudo isso apenas olhando para ele (Eben), que se perguntava: - "Voltar para onde?" - O Dr. Eben conta que o tempo em que ele esteve naquele lugar, o Paraiso lhe pareceu mais real do que qualquer outra coisa que ele tenha presenciado em toda a sua vida.  Vejamos agora, dentro deste mesmo tema, outros relatos semelhantes, de dois pacientes do Dr. Eben Alexander:

1)  William C. ficou gravemente ferido em um acidente de carro, e relatou sua experiência de quase morte, dizendo:

          "Olhei na minha frente e vi minha avó falecida.  Ela estava parada na frente de uma luz branca.  A luz irradiava calor, amor e tudo o que eu precisava saber.  Eu também notei outras figuras do meu lado esquerdo.  Eles parecial pacíficos, estavam em pares, segurando-se uns aos outros e se balançando com a música.  Minha avó me deu uma escolha.  Eu poderia ficar com ela ou voltar para minha vida.  Ela me disse que se eu ficasse, tudo ficaria bem.  Ela também disse que, se eu voltasse para o meu corpo, seria uma experiência mais desafiadora e mais dolorosa".

2)  Outro caso:  Sem dar muitos detalhes da sua experiência de quase morte, uma moça chamada Virginie conta o que viu quando esteve em coma:

          "Eu estava avançando em direção a uma luz branca, e no final desta passagem havia um túnel, que era muito brilhante.  Meu querido irmãozinho estava lá, me esperando.  Meu pequeno Phillippe, que morreu havia 12 anos, me pegou pela mão e sorriu para mim, enquanto me levava diante da luz.  Uma voz forte e suave perguntou por que eu queria morrer.  Respondi que a ausência do meu irmãozinho era muito difícil para mim, e que minha mãe sentiaq ressentimento comigo por causa da morte do Phillippe".

          Mas, voltando ao Dr. Eben Alexander, esse médico é o tipo de pessoa que se leva a sério.  Ele mesmo disse, que como neurocirurgião, era um cético, e não acreditava nessas experiências de quase morte relatadas por outros pacientes.  Mas, depois da sua experiência pessoal em 2008, ele modificou completamente seus conceitos, tanto em sua vida profissional como espiritual.

          Agora, ele tenta convencer a comunidade científica de que a morte do corpo físico não é o fim da existência.  A ciência tem se confrontado inúmeras vezes com as imprecisões da mente e da alma humana.  O Dr. Eben escreveu um livro contando detalhadamente a sua experiência incrível, enquanto seu cérebro permanecia em coma.  Esse livro é intitulado "UMA PROVA DO CÉU".

A ESTÓRIA RELATADA PELO Dr. Eben, também foi assunto de uma reportagem do programa Fantástico (há alguns anos), da Rede Globo.  Assistam aos relatos desse médico no vídeo abaixo:



          


CRÔNICAS KÖHN